Da periferia para a universidade: histórias de alunos que tiveram a vida transformada pelo IEMA
29 de julho de 2026
O sonho de ingressar em uma universidade pública de excelência parecia distante para muitos jovens maranhenses. Vindos da periferia, do interior e de famílias que nunca tiveram alguém no ensino superior, eles encontraram no Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) muito mais do que uma escola: encontraram oportunidades, incentivo e um projeto de educação capaz de mudar suas vidas.
Hoje, aprovações em instituições como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e bolsas pelo Prouni evidenciam o impacto de um modelo educacional que passou a investir fortemente em pesquisa, olimpíadas científicas, protagonismo estudantil e formação integral.
Grande parte desse processo foi consolidada durante a gestão da ex-diretora-geral do IEMA, Cricielle Muniz. À frente da instituição, ela fortaleceu políticas voltadas à valorização da ciência, ampliou os investimentos em projetos de pesquisa, incentivou a participação dos estudantes em competições nacionais e internacionais e reforçou uma cultura educacional baseada no protagonismo juvenil e na construção dos projetos de vida dos alunos.
Agora, como pré-candidata a deputada estadual, Cricielle leva para o debate público a experiência acumulada na educação, defendendo que investir na juventude é investir no desenvolvimento do Maranhão.
Um sonho chamado UNESP
Entre as histórias que simbolizam essa transformação está a da ex-aluna do IEMA de São José dos Patos, Ithauanna Sá, aprovada no curso de Farmácia da Universidade Estadual Paulista (UNESP).
Para ela, a aprovação representa muito mais do que uma conquista acadêmica.
"Ingressar em uma universidade como a UNESP representa uma conquista marcada por felicidade, orgulho e gratidão, além da certeza de que todo o esforço valeu a pena e de que a educação transforma vidas. Nesse percurso, o modelo educacional do IEMA foi essencial para a minha formação acadêmica. A atuação do Núcleo de Pesquisa e Olimpíadas do Conhecimento (NPOC) teve um papel decisivo ao incentivar, orientar e apoiar de forma contínua a participação em olimpíadas científicas, proporcionando a preparação necessária para que essa aprovação fosse possível. Sou profundamente grata à ex-diretora-geral do IEMA, Cricielle Muniz, por todo o trabalho e dedicação à educação pública. Sua gestão acreditou no potencial dos estudantes e criou oportunidades que transformaram a vida de muitos jovens, inclusive a minha. Hoje, ao conquistar uma vaga na UNESP, tenho a certeza de que essa vitória também é fruto de um projeto educacional que nos incentivou a sonhar grande e a acreditar que poderíamos chegar cada vez mais longe."
Do IEMA para a USP
Quem também teve a vida transformada pela educação foi Nathalia Lira, ex-aluna do IEMA de Vargem Grande. Ela foi aprovada em História na USP e também conquistou vagas na UNESP, UFMA, UNIR e uma bolsa pelo Prouni para o curso de Enfermagem.
Segundo Nathalia, o resultado é consequência de uma trajetória construída coletivamente.
"O IEMA me transformou em uma estudante capacitada para trilhar o meu projeto de vida. Minhas classificações não teriam se concretizado se não fosse pela educação notável do IEMA e pelo incentivo constante da equipe escolar. Essas aprovações não são resultados apenas meus, mas também da gestão do meu IEMA. O gestor José Wellington sempre terá minha profunda admiração e respeito por administrar uma escola com tanta paixão e determinação. Do mesmo modo, nossa amada ex-diretora-geral, Cricielle Muniz, também foi um incentivo gigantesco para mim enquanto aluna da escola pública. Ingressei no IEMA encantada com a força e a presença que ela transmitia, com a dedicação que demonstrava aos estudantes. Ela chegou tão longe e, graças ao trabalho transformador realizado durante sua gestão no IEMA, também irei chegar longe na USP."
Educação que muda destinos
As histórias de Ithauanna e Nathalia representam milhares de jovens que passaram pelo IEMA e encontraram na educação pública a oportunidade de mudar suas realidades.
Durante a gestão de Cricielle Muniz, o instituto consolidou importantes avanços, ampliando o incentivo à iniciação científica, fortalecendo o Núcleo de Pesquisa e Olimpíadas do Conhecimento (NPOC), expandindo programas de internacionalização, incentivando projetos de inovação e robótica e tornando o Maranhão referência nacional e internacional em educação técnica e tecnológica.
Os resultados vieram em forma de aprovações em universidades, medalhas em olimpíadas científicas, prêmios internacionais de robótica e histórias de estudantes que romperam barreiras sociais para alcançar espaços antes considerados inalcançáveis.
Para Cricielle Muniz, esse é o verdadeiro papel da educação pública.
"Cada jovem que conquista uma vaga em uma universidade leva consigo a história de uma família inteira que passa a acreditar em novas possibilidades. Sempre defendi que a escola pública precisa ser um lugar onde os sonhos são incentivados e onde o talento encontra oportunidade para florescer. Foi esse compromisso que norteou nossa gestão no IEMA e é essa experiência que quero levar para a Assembleia Legislativa. Defender a educação é defender o futuro da juventude maranhense."
Ao transformar salas de aula em espaços de inovação, pesquisa e protagonismo, o IEMA mostrou que o CEP não determina o destino de ninguém. E são justamente histórias como as de Ithauanna e Nathalia que reforçam o legado deixado pela gestão de Cricielle Muniz: a certeza de que, quando a educação pública recebe investimento, compromisso e visão de futuro, ela se torna a ferramenta mais poderosa de transformação social.
